domingo, 8 de fevereiro de 2009

Eu vou correndo

Vejo eu um cortejo então desnudo
Num roteiro bacante improvisado
Mil olhares de único avisado
E perguntas se auto-proclamando
Coração bate forte neste ano
Os versejos são tão bem entendidos
O normal quase sempre é ofendido
Se o novo e anormal se apresenta
Pesso que o consciente não se ofenda
Mas prefiro o que não é circunstancia.
Os seus versos relembram minha infância
Eu os sinto no âmago infinito
Os meus olhos ao lerem soltam grito
O cavalo do peito precipita
Sentimento voraz sempre interdita
Racional sentimento sempre lento
Não sei bem que se passa no momento
Mas eu quero perder-me qual poeta.
Lhe garanto menina não sou atleta
Mas daqui pra onde estás eu vou correndo.



Luar do Conselheiro

Um comentário:

Dori Otoni disse...

Oi Kelen, ando meio desligado do blog e só hoje vi o seu comentário.
Da próxima vez que for por ai apareço sim pro chá, será um prazer conhecê-la.
Estou morando em Goiás.
Beijos