Vejo eu um cortejo então desnudo
Num roteiro bacante improvisado
Mil olhares de único avisado
E perguntas se auto-proclamando
Coração bate forte neste ano
Os versejos são tão bem entendidos
O normal quase sempre é ofendido
Se o novo e anormal se apresenta
Pesso que o consciente não se ofenda
Mas prefiro o que não é circunstancia.
Os seus versos relembram minha infância
Eu os sinto no âmago infinito
Os meus olhos ao lerem soltam grito
O cavalo do peito precipita
Sentimento voraz sempre interdita
Racional sentimento sempre lento
Não sei bem que se passa no momento
Mas eu quero perder-me qual poeta.
Lhe garanto menina não sou atleta
Mas daqui pra onde estás eu vou correndo.
Luar do Conselheiro
domingo, 8 de fevereiro de 2009
sábado, 24 de janeiro de 2009
Peixes (cavalo marinho)
Você não sabe o que é ser um peixe no oceano
Você não sabe o que é cavalgar num cavalo do inferno
e ter um fantasma a lhe sussurar
Você não sabe o que é ter o coração acelerado
até parecer mil trovões
e dez mil tambores
Nem andar na motocicleta que montei
Mas sabe o que é andar num verso
e ver o eclipse?
E cavalgar cometas?
E tocar flauta ou tocar flor de trombetas?
pelo universo...
Somos vítimas do anseio
dirigidos pelo desejo
vamos novamente pegar a estrada
no deserto do nada
Vamos caminhar o destino sem medo
belas curvas anseio desejo
deserto veemente
belas árvores belos dias
sabemos do que está à nossa frente
Vamos explorar a luz
anseando o segredo das somnbras
da penumbra do fogo
vamos jogar o jogo
Caminhar no verso sem vestes
rezar na luz imensa as preces
ensinadas a nós assim como pegar os peixes
viajar no espaço infinito
vamos andar no cavalo marinho.
Gustavo Lobo
Você não sabe o que é cavalgar num cavalo do inferno
e ter um fantasma a lhe sussurar
Você não sabe o que é ter o coração acelerado
até parecer mil trovões
e dez mil tambores
Nem andar na motocicleta que montei
Mas sabe o que é andar num verso
e ver o eclipse?
E cavalgar cometas?
E tocar flauta ou tocar flor de trombetas?
pelo universo...
Somos vítimas do anseio
dirigidos pelo desejo
vamos novamente pegar a estrada
no deserto do nada
Vamos caminhar o destino sem medo
belas curvas anseio desejo
deserto veemente
belas árvores belos dias
sabemos do que está à nossa frente
Vamos explorar a luz
anseando o segredo das somnbras
da penumbra do fogo
vamos jogar o jogo
Caminhar no verso sem vestes
rezar na luz imensa as preces
ensinadas a nós assim como pegar os peixes
viajar no espaço infinito
vamos andar no cavalo marinho.
Gustavo Lobo
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