Vejo eu um cortejo então desnudo
Num roteiro bacante improvisado
Mil olhares de único avisado
E perguntas se auto-proclamando
Coração bate forte neste ano
Os versejos são tão bem entendidos
O normal quase sempre é ofendido
Se o novo e anormal se apresenta
Pesso que o consciente não se ofenda
Mas prefiro o que não é circunstancia.
Os seus versos relembram minha infância
Eu os sinto no âmago infinito
Os meus olhos ao lerem soltam grito
O cavalo do peito precipita
Sentimento voraz sempre interdita
Racional sentimento sempre lento
Não sei bem que se passa no momento
Mas eu quero perder-me qual poeta.
Lhe garanto menina não sou atleta
Mas daqui pra onde estás eu vou correndo.
Luar do Conselheiro
domingo, 8 de fevereiro de 2009
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